Sexta, 12 de Junho de 2026
18°C 31°C
Pojuca, BA
Publicidade

Além do Dogma: Deus como a Constante Matemática de um Simulador Quântico

Em entrevista reveladora, Rodrigo Romo discute a origem divina, realidades paralelas e a “imersão” da consciência humana no multiverso.

Paulo Silva
Por: Paulo Silva Fonte: Zoom TV
10/05/2026 às 08h11 Atualizada em 10/05/2026 às 08h33
Além do Dogma: Deus como a Constante Matemática de um Simulador Quântico
Foto: Zoom TV | Imagens IA

A busca pela compreensão do divino e das nossas origens ganha contornos fascinantes quando cruzamos a fronteira entre a ciência quântica e a espiritualidade multidimensional.

Recentemente, o portal Além das Dimensões recebeu Rodrigo Romo — palestrante, autor e criador da Rometria — para um bate-papo que desafia as convenções tradicionais sobre a natureza de Deus e a realidade humana.

Abaixo, apresento uma reflexão baseada nessa entrevista impactante, estruturada para o portal e redes sociais da Zoom TV.

O que é Deus?

Para muitos, a resposta reside em textos sagrados ou na fé inabalável. No entanto, para o pesquisador e palestrante Rodrigo Romo, a resposta pode estar escrita em códigos de uma complexidade que a mente humana apenas começa a tatear. Em sua recente participação no podcast Além das Dimensões, Romo trouxe uma perspectiva disruptiva: neste universo, Deus funciona como uma "constante matemática" dentro de um simulador.

Utilizando sua formação em Química Industrial e conectando-a a conceitos de física quântica, Romo cita o Nobel Roger Penrose para argumentar que nossa existência física é, tecnicamente, insustentável. Se os átomos são majoritariamente vácuo, o que percebemos como matéria seria, na verdade, uma projeção. "Nós coexistimos no laptop de alguém", provoca o autor, sugerindo que o multiverso (ou Avona Chantar) funciona como um grande computador biológico e espiritual.

A Origem e o Esquecimento

A indagação sobre a origem de Deus esbarra no próprio limite do conhecimento das altas hierarquias cósmicas. Segundo Romo, figuras como Mikah (descrito como a consciência de Jesus no plano Yokô) e Starer (engenheiro cósmico) admitem não conhecer a fonte primária. A existência simplesmente "é".

Nesse cenário, nós, seres humanos, seríamos "avatares". Nossa consciência — uma rede neural ligada a estruturas maiores como as mônadas — passaria por um processo de imersão com amnésia, muitas vezes manipulado por interesses de hierarquias extraterrestres (como os Anunnaki e os Draconianos) para sustentar sistemas de controle e ciclos reencarnatórios.

Reflexão Necessária

Ao ouvirmos Romo, somos convidados a pensar: se vivemos em um simulador, qual o propósito? A resposta parece residir no despertar. Filmes como Avatar, de James Cameron, são citados por ele não apenas como entretenimento, mas como gatilhos para memórias ancestrais de civilizações perdidas como Mu.

A fé, sob a ótica da coluna Trilhas da Fé, deixa de ser apenas um exercício de obediência para se tornar uma busca por hackear a própria realidade e recuperar a conexão com a nossa rede neural cósmica original.

Veja o bate papo:

 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Lenium - Criar site de notícias