
A busca pela compreensão do divino e das nossas origens ganha contornos fascinantes quando cruzamos a fronteira entre a ciência quântica e a espiritualidade multidimensional.
Recentemente, o portal Além das Dimensões recebeu Rodrigo Romo — palestrante, autor e criador da Rometria — para um bate-papo que desafia as convenções tradicionais sobre a natureza de Deus e a realidade humana.
Abaixo, apresento uma reflexão baseada nessa entrevista impactante, estruturada para o portal e redes sociais da Zoom TV.
O que é Deus?
Para muitos, a resposta reside em textos sagrados ou na fé inabalável. No entanto, para o pesquisador e palestrante Rodrigo Romo, a resposta pode estar escrita em códigos de uma complexidade que a mente humana apenas começa a tatear. Em sua recente participação no podcast Além das Dimensões, Romo trouxe uma perspectiva disruptiva: neste universo, Deus funciona como uma "constante matemática" dentro de um simulador.
Utilizando sua formação em Química Industrial e conectando-a a conceitos de física quântica, Romo cita o Nobel Roger Penrose para argumentar que nossa existência física é, tecnicamente, insustentável. Se os átomos são majoritariamente vácuo, o que percebemos como matéria seria, na verdade, uma projeção. "Nós coexistimos no laptop de alguém", provoca o autor, sugerindo que o multiverso (ou Avona Chantar) funciona como um grande computador biológico e espiritual.
A Origem e o Esquecimento
A indagação sobre a origem de Deus esbarra no próprio limite do conhecimento das altas hierarquias cósmicas. Segundo Romo, figuras como Mikah (descrito como a consciência de Jesus no plano Yokô) e Starer (engenheiro cósmico) admitem não conhecer a fonte primária. A existência simplesmente "é".
Nesse cenário, nós, seres humanos, seríamos "avatares". Nossa consciência — uma rede neural ligada a estruturas maiores como as mônadas — passaria por um processo de imersão com amnésia, muitas vezes manipulado por interesses de hierarquias extraterrestres (como os Anunnaki e os Draconianos) para sustentar sistemas de controle e ciclos reencarnatórios.
Reflexão Necessária
Ao ouvirmos Romo, somos convidados a pensar: se vivemos em um simulador, qual o propósito? A resposta parece residir no despertar. Filmes como Avatar, de James Cameron, são citados por ele não apenas como entretenimento, mas como gatilhos para memórias ancestrais de civilizações perdidas como Mu.
A fé, sob a ótica da coluna Trilhas da Fé, deixa de ser apenas um exercício de obediência para se tornar uma busca por hackear a própria realidade e recuperar a conexão com a nossa rede neural cósmica original.
Veja o bate papo: